sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Mediação e Linguagem “I Mostra virtual de vídeos: Linguagem e Animação”


Data: 29 de outubro de 2014
Horário: das 8h30 às 14h30
Local: Rede do Saber – Av. Gov. Adhemar de Barros, s/n
Objetivo: Socializar os trabalhos realizados  por alunos e professores a partir das orientações  sobre a transposição da linguagem literária para a linguagem da animação ou do cinema.
Público alvo: professores responsáveis pela Sala de Leitura das escolas- EE Adhemar Bolina,EE Aprígio de Oliveira,EE Arlindo Aquino de Oliveira,EE Camilo Faustino de Mello,EE Dr. Deodato Wertheimer, EE Firmino Ladeira,EE Heráclides B. de Camargo,EE Irene Caporalli,EE José Ribeiro Guimarães,EE Narciso Yague Guimarães,EE Alcides Celestino Filho.
Obs. Os professores de Língua Portuguesa poderão assistir a VC por streaming:

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Só conhecimento teórico não forma bom professor

Só conhecimento teórico não forma bom professor
Data: 16/08/2010
Matéria: Folha de São Paulo

ANTÔNIO GOIS
DO RIO
Quando, aos 21 anos, começou a dar aulas, Doug Lemov, 42, conta que ouviu conselhos como “espere o máximo dos seus alunos todo dia” ou “tenha altas expectativas sobre seu desempenho”. No momento em que ficava em frente aos estudantes em sala de aula, porém, isso lhe parecia pouco útil.
No meio de tantas frases de efeito, um professor mais experiente lhe falou algo bastante concreto: “Quando precisar dar instruções aos alunos, não faça isso caminhando pela sala enquanto distribui papéis. Eles precisam entender que o que você fala é mais importante do que qualquer outra tarefa”.
Foi a partir de dicas práticas como essa que Lemov, hoje diretor de uma rede de escolas nos EUA, passou a prestar atenção nas técnicas dos melhores professores.
Sua obsessão em descobrir o que faz o docente top quando fecha a porta de sua classe o levou a filmar por seis anos aulas de profissionais que conseguiam, mesmo em situações adversas, que seus alunos aprendessem.
Este trabalho virou livro de repercussão nos EUA, com 150 mil cópias vendidas, e que será lançado em outubro no Brasil, com o nome “Aula Nota 10″ (Fundação Lemann e editora Da Boa Prosa).
Nele, Lemov descreve em termos bem práticos 49 técnicas de bons professores. Podem não ser frases glamourosas, mas funcionam. Em entrevista à Folha, o autor diz que seu livro não menospreza o conhecimento teórico. Apenas argumenta que, em vez de aprender apenas a partir de teorias, professores precisam olhar para o que fazem seus colegas com melhor desempenho.
Folha – Seu livro pode ser entendido também como crítica ao modo como se formam professores hoje nos EUA, com currículos que enfatizam demasiadamente teorias pedagógicas e deixam pouco espaço para o ensino de questões práticas de sala de aula. Como foi a repercussão?
Doug Lemov – Pela resposta que tive, percebi que o problema na formação de professores nos EUA é mais profundo do que imaginava.
Alguns me disseram que as ideias do livro eram muito intuitivas. Outros, que não havia nenhuma grande revelação e que o livro era até óbvio. Sinceramente, considerei elogio, pois isso revela que há mais pessoas que pensam da mesma maneira.
Eu tinha também algum receio de o livro não ser bem recebido por professores de escolas públicas, já que trabalho numa organização que mantém escolas “charters” [geridas pela iniciativa privada, mas financiadas pelo poder público para atender gratuitamente alunos pobres] e, nos EUA, tem havido muita disputa em torno deste tema.
Mas acho que os professores entenderam que o livro pode ser útil para seu trabalho, não importa em que tipo de escola eles ensinam.
Só não tive resposta nenhuma das autoridades educacionais, responsáveis pela política de formação de professores. Deles, percebi um silêncio retumbante.
O que explicaria isso?
Talvez achem que eles estejam certos e eu, equivocado. Talvez porque estejam numa postura defensiva, se sentindo ameaçados com os que criticam a política atual de formação. Não estou certo de que as pessoas responsáveis pela formação de professores tenham em mente que o aprendizado das crianças tem que ser a prioridade.
Ao enfatizar a importância de aprender técnicas de manejo de turma em sala de aula, você não estaria menosprezando a formação teórica?
Em nenhum momento digo que o conhecimento teórico não é importante. Pelo contrário, é dramaticamente importante. Se você vai ensinar matemática, você tem que ter uma boa formação em matemática. Mas meu ponto é que só isso não faz de alguém um bom professor.
Acho que as técnicas que descrevo são úteis inclusive para docentes que têm amplo conhecimento da disciplina que lecionam.
Imagine uma escola pública em área pobre que esteja precisando de um professor de física. Hoje em dia, já é difícil achar alguém que conheça bem a disciplina e esteja disposto a dar aulas.
Mas, se as pessoas com boa formação em física souberem também técnicas para fazer boas perguntas, inspirar crianças e manejar uma sala de aula, triplicaríamos o número de pessoas capazes de dar boas aulas.
Meu livro trata muito mais de como transmitir o conhecimento para os alunos. Quando você é especialista em algo, seu conhecimento sobre o tema é quase intuitivo. Isso pode significar que não seja natural para você pensar em formas de transmitir isso para estudantes.
No Brasil, há muitas críticas aos formatos tradicionais da sala de aula, pouco atrativos para jovens do século 21. No entanto, muitos professores reagem argumentando que a sala de aula não é um circo, e que aprender nem sempre é divertido. Qual sua opinião?
Não acho que tenha que se escolher entre um modelo ou outro. É certo que você deve inspirar os alunos e atrair sua atenção, mas é preciso também fazê-los trabalhar duro.
Só não entendo como algumas pessoas resistem tanto em melhorar. Se você me disser que há coisas que possa fazer para ser um pai melhor, eu vou querer aprender, mesmo que eu já me considere o melhor pai do mundo.
Se em sua escola há uma maioria de professores desmotivados ou desinteressados em melhorar, é difícil ser o que dará o primeiro passo. Mas, se você dá esse passo, outros o seguirão, e isso se tornará uma bola de neve.
Mas, no Brasil, professores muitas vezes dão aulas em situações precárias. Como cobrar entusiasmo de um profissional nessa situação?
É certamente mais fácil ser um ótimo professor numa escola maravilhosa. Mas, mesmo nas piores escolas dos Estados Unidos, há sempre um, dois ou três que se destacam, e, no meu livro, eu destaco principalmente o trabalho de professores que dão aulas para alunos mais pobres.
Mesmo não conhecendo bem o Brasil, tenho certeza de que há bons profissionais mesmo em escolas de pior desempenho. Meu ponto é que, em vez de aprender só com teorias, também deveríamos aprender com exemplo dos ótimos professores.
Há, porém, escolas que facilitam o trabalho desses bons professores e outras que dificultam. Quais características você identifica nas que apresentem bons resultados?
Em primeiro lugar, são escolas preocupadas, acima de tudo, no aprendizado do aluno. Parece bobo dizer isso, mas, na prática, nem sempre é o que acontece. Em segundo, há também uma constante análise de resultados, para identificar os pontos fracos e corrigi-los. Por último, são locais onde o professor se sente valorizado e respeitado.
E o que um diretor precisa fazer para motivar a equipe?
Sei que é comum o ceticismo de professores em relação a aperfeiçoamento. Em parte, eles têm razão, pois muitos conselhos ou treinamentos dão em nada. Mas fazer os professores confiarem no seu trabalho é um resultado, e não uma pré-condição. É preciso mostrar que você é capaz de ajudá-los a serem melhores. Se você consegue fazer isso ao menos com uma minoria, é natural que outros vejam o resultado e passem a acreditar em você.
Doug Lemov: “A teoria é bem mais fácil”
Data: 23/04/2010
Matéria: Revista Época


Ao dar esta entrevista a ÉPOCA, o educador Doug Lemov dirigia seu carro às 5 e meia da manhã (horário de Nova York), em uma viagem que duraria mais  três horas – o tempo entre sua casa e a escola onde passaria o dia treinando professores. Lemov não usa livros nem segue teorias pedagógicas nos treinamentos que dá em todo o país. Seu material são técnicas de como ensinar, criadas pelos melhores professores dos Estados Unidos, que ele estudou e gravou em vídeos. “Toda vez que passo o primeiro vídeo eles se transformam em canibais, sedentos por mais e mais”, diz. A seguir, ele conta por que é tão difícil ensinar a ensinar.
 ÉPOCA – O professor aprende a ser bom na faculdade?
Doug Lemov – Não. Está claro que as escolas de educação se preocupam em ensinar teorias da educação e dão pouca atenção para os estudos sobre aprendizado. Uma razão é que nos Estados Unidos o trabalho de professor não é bem remunerado e a carreira não tem prestígio. Acho que os acadêmicos tentam melhorar isso agregando alto capital cultural, criando ricas e fascinantes discussões intelectuais sobre teorias, filosofia, sociologia. Isso tem mais prestígio do que se debruçar em ações do dia a dia da sala de aula, que, no fim, é o que determina o sucesso do professor.

ÉPOCA – Por que é tão difícil ensinar a ensinar?
Lemov – Porque é assustador. Eu sei disso porque dou treinamento para professores. Não sou um excelente professor. Sou apenas o.k., não excelente. E de repente tenho de ficar em pé diante de uma sala cheia de bons professores e falar sobre o que é ensinar durante um dia inteiro. Seria muito mais fácil falar sobre as grandes teorias da educação, pois as pessoas me escutariam e achariam que eu seria capaz de fazer o que estou ensinando. A maior parte dos professores das faculdades não tem experiência de sala de aula.
 ÉPOCA – Seus alunos são professores iniciantes?
Lemov – Todo professor precisa de treinamento, não só os iniciantes ou os de pior desempenho. Na verdade, sob a perspectiva da escola, o que mais deve receber investimento é o melhor professor. Muitos dos bons professores desistem da carreira, e um dos motivos é que, quando você é bom, é abandonado, deixado para caminhar com as próprias pernas. E os melhores são os que mais querem melhorar e ter o melhor desempenho o tempo todo.
 ÉPOCA – Se a faculdade não prepara bons professores, a carreira é pouco atrativa, e para mudar isso demora, como formar bons professores já?
Lemov – Os programas de treinamento de professores que já estão dando aula são mais importantes que os cursos de pedagogia. Porque o ensinamento é replicado para todos. Os melhores programas de treinamento acontecem dentro das escolas. Elas sabem que não há tempo para esperar reformas educacionais. Dar a oportunidade para professores ensinarem outros professores a ensinar pode ser o início da mudança.
 ÉPOCA – Os melhores nascem assim?
Lemov – Não acredito nisso. Pense nos jogadores de futebol brasileiros, tão talentosos. É claro que não existe uma mágica biológica que os faça nascer todos nesse país. O treinamento de jogadores feito aí é diferente do resto do mundo. Se estudarmos esses talentos, se treinarmos forte – e o treinamento dos brasileiros é bastante duro –, é possível se tornar um. Bem, talvez não um Pelé, mas um jogador excelente, com certeza.
Ao dar esta entrevista a ÉPOCA, o educador Doug Lemov dirigia seu carro às 5 e meia da manhã (horário de Nova York), em uma viagem que duraria mais três horas – o tempo entre sua casa e a escola onde passaria o dia treinando professores. Lemov não usa livros nem segue teorias pedagógicas nos treinamentos que dá em todo o país. Seu material são técnicas de como ensinar, criadas pelos melhores professores dos Estados Unidos, que ele estudou e gravou em vídeos. “Toda vez que passo o primeiro vídeo eles se transformam em canibais, sedentos por mais e mais”, diz. A seguir, ele conta por que é tão difícil ensinar a ensinar.
 ÉPOCA – O professor aprende a ser bom na faculdade?
Doug Lemov – Não. Está claro que as escolas de educação se preocupam em ensinar teorias da educação e dão pouca atenção para os estudos sobre aprendizado. Uma razão é que nos Estados Unidos o trabalho de professor não é bem remunerado e a carreira não tem prestígio. Acho que os acadêmicos tentam melhorar isso agregando alto capital cultural, criando ricas e fascinantes discussões intelectuais sobre teorias, filosofia, sociologia. Isso tem mais prestígio do que se debruçar em ações do dia a dia da sala de aula, que, no fim, é o que determina o sucesso do professor.
 ÉPOCA – Por que é tão difícil ensinar a ensinar?
Lemov – Porque é assustador. Eu sei disso porque dou treinamento para professores. Não sou um excelente professor. Sou apenas o.k., não excelente. E de repente tenho de ficar em pé diante de uma sala cheia de bons professores e falar sobre o que é ensinar durante um dia inteiro. Seria muito mais fácil falar sobre as grandes teorias da educação, pois as pessoas me escutariam e achariam que eu seria capaz de fazer o que estou ensinando. A maior parte dos professores das faculdades não tem experiência de sala de aula.
 ÉPOCA – Seus alunos são professores iniciantes?
Lemov – Todo professor precisa de treinamento, não só os iniciantes ou os de pior desempenho. Na verdade, sob a perspectiva da escola, o que mais deve receber investimento é o melhor professor. Muitos dos bons professores desistem da carreira, e um dos motivos é que, quando você é bom, é abandonado, deixado para caminhar com as próprias pernas. E os melhores são os que mais querem melhorar e ter o melhor desempenho o tempo todo.
 ÉPOCA – Se a faculdade não prepara bons professores, a carreira é pouco atrativa, e para mudar isso demora, como formar bons professores já?
Lemov – Os programas de treinamento de professores que já estão dando aula são mais importantes que os cursos de pedagogia. Porque o ensinamento é replicado para todos. Os melhores programas de treinamento acontecem dentro das escolas. Elas sabem que não há tempo para esperar reformas educacionais. Dar a oportunidade para professores ensinarem outros professores a ensinar pode ser o início da mudança.
 ÉPOCA – Os melhores nascem assim?
Lemov – Não acredito nisso. Pense nos jogadores de futebol brasileiros, tão talentosos. É claro que não existe uma mágica biológica que os faça nascer todos nesse país. O treinamento de jogadores feito aí é diferente do resto do mundo. Se estudarmos esses talentos, se treinarmos forte – e o treinamento dos brasileiros é bastante duro –, é possível se tornar um. Bem, talvez não um Pelé, mas um jogador excelente, com certeza.

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI135459-15228,00.html

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Receita de Tripé

Animação               
 Receita de tripé       
Testado e aprovado por: Prof. Nilo Silva/Profa. Susette (EE. Heráclides Batalha de Camargo – 4722.1354)
                              Ingredientes:
1 m de cano de ¾
1 T  ¾
2 joelhos de 90°
1 joelho de 45°
1 prendedor de papel   (Fixação de aparelho para fotografar)
                            Modo de Fazer
Corte 2 peças com 0,35m, 1 peça com 0,25m, 2 peças com 0,15m.

Veja a foto para montar.


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Convocação para os responsáveis da Sala de Leitura

Linguagem e animação na Sala de Leitura
Assunto: Stop Motion
Data: 08 de agosto de 2014
Local: das 8h30 às 11h – Anfiteatro da Diretoria de Ensino
            Das 13h às 17h – Ambiente da Rede do Saber- Gov. Adhemar de Barros, s/n (CEEJA)
Público alvo:
EE Dr. Arlindo Aquino de Oliveira - Rosilene da Silva Guedes RG.6.144.762-6;
EE Ver. Elisiário P. de Moraes - Cristian Aparecida Gonçalves RG.29.780.126-0;
EE José Ribeiro Gui9marães -Maria Lucinete Basílio Rodrigues RG.24.365.653-1;
EE Camilo Faustino de Mello -Ana Paula da Silva Mota RG.45.306.471-1;
EE Heráclides  B. de Camargo -Nilo Sérgio da Silva RG.16.414.633;
EE Firmino Ladeira - Regina Célia Domingues Pupo RG:23.029.021-8;
EE Firmino Ladeira - Rita de Cássia Fioresi Jungers RG.11.777.588-5;
EE Aprígio de Oliveira - Andréia Ciola Caporalli RG.18.082.416-8;
EE Irene Caporalli - Márcia  B. Marciano RG.22.804.198-3;
EE Adhemar Bolina -Lucimara Aparecida Theodoro do Nascimento RG.28.030.600-3;
EE Alzira Scungisqui - Mônica Valeria de Faria RG.18.214.608-x;
EE Alcides Celestino - Tereza Cristina Wood L. Cursino RG.20.159.982-x;
EE Narciso Yague Guimarães -Rosi da Silva RG.20.162.481-3.
EE Dr. Deodato Wertheimer - Clerymar Rodrigues de Moraes RG.10.354.805-1.
Obs.; Solicitamos aos professores que tragam máquina fotográfica ou celular (que tire foto) e cabo USB.
Maria José e Lúcia
PCNPs do Núcleo Pedagógico


Divulgação de mestrado profissional

http://www.comperve.ufrn.br/conteudo/posgraduacao/profletras/201401/calendario.php

EXAME NACIONAL DE ACESSO AO MESTRADO PROFISSIONAL EM LETRAS - EDITAL Nº 01/2014

Confira o calendário de atividades no quadro abaixo.
AtividadeData ou Período
Divulgação do Edital:Dia 7 de julho de 2014.
Período de inscrição:Das 8 horas do dia 21 de julho de 2014 até às 23h59 do dia 18 de agosto de 2014.
Período para entrega do requerimento e atestado médico referidos na letra "c" do subitem 3.13 do Edital:A partir do dia 21 de julho de 2014 até o dia 19 de agosto de 2014 no horário das 7h30min às 11h30min ou das 13h30min às 17h30min, na sede da COMPERVE.
Período para solicitar isenção da taxa de inscrição:Das 8 horas do dia 21 de julho de 2014 até às 23h59min do dia 3 de agosto de 2014.
Divulgação do resultado das solicitações de isenção:Dia 11 de agosto de 2014.
Período para pagamento da taxa de inscrição:Até o dia 19 de agosto de 2014.
Consulta da validação das inscrições:A partir do dia 27 de agosto de 2014.
Entrega da cópia do Comprovante de Pagamento para o candidato devidamente inscrito, cuja inscrição não tiver sido validada.Até o dia 1° de setembro de 2014 no horário das 7h30min às 11h30min ou das 13h30min às 17h30min, na sede da COMPERVE ou via fax (84-32119203).
Divulgação do local de realização das provas:A partir do dia 1° de setembro de 2014.
Aplicação das provas:Dia 07 de setembro de 2014.

Jornal da EE Aprígio de Oliveira


Curso de Literatura: Literatura e Releituras X Leitores e Leituras

Diretoria de Ensino da Região de Mogi das Cruzes – Núcleo Pedagógico de Língua Portuguesa

Curso de Literatura

Título: Literatura e Releituras X Leitores e Leituras

Público Alvo: professores de Língua Portuguesa com aulas atribuídas na Diretoria de Ensino da

Região de Mogi das Cruzes.

Duração: 30 horas com certificação.

Horário: os interessados poderão optar por um dos horários oferecidos no ato da pré-

inscrição:

Segundas-feiras – das 19h às 22h – Início: 08/09/2014 Término: 03/11/2014

Sextas-feiras – das 13h30 às 16h30 – Início: 12/09/2014 Término: 14/11/2014

Objetivo: fortalecer o conhecimento técnico para analisar o texto literário, a fim de ampliar

recursos para mediar a leitura de textos literários. Reconhecer a literatura como meio para

refinar princípios de humanidade. Analisar a literatura a partir de algumas vertentes de

abordagem crítica.

Ementa: compreensão da literatura como lugar de produção de sentido para além do

contexto de produção. Abordagens do texto literário, considerando: da visão subjetiva à

visão teórica. Reconhecimento da literatura como bem cultural, de representação, tanto de

conteúdo emocional, quanto de conteúdo sócio-histórico-cultural. Compreensão da literatura

como lugar de aprendizagem.

Módulos programáticos

1. Literatura: o que é? Para que serve?

2. Releitura: do mundo e do universo literário

3. Leitores- direito à literatura

4. Leitura

4.1. Plurissignificação

4.2.Diálogos – Inferência e intertextualidade

4.3. visões de mundo: um leitor antes e um depois?

Referências

CANDIDO, Antonio. Literatura e Sociedade. 8.ed. São Paulo: T.A. Queiroz Editor, 2000.

______. Vários Escritos. São Paulo/Rio de Janeiro: Duas Cidades/ Ouro sobre Azul, 2004.

EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

JAUSS, Hans R. A História da Literatura como Provocação à Teoria Literária. São Paulo: Ática,

1994.

BONNICI, Thomas; ZOLIN, Lúcia O. (Orgs.). Teoria Literária: abordagens históricas e tendências

contemporâneas. Maringá-PR: Eduem, 2003.

Diretoria de Ensino da Região de Mogi das Cruzes – Núcleo Pedagógico de Língua Portuguesa

Curso: Literatura e Releituras X Leitores e Leituras

Pré inscrição

Observações:

• Encaminhar a ficha de pré-inscrição, via e-mail, para núcleo.lp.mogi@gmail.com

devidamente preenchida até o dia 08/agosto/2014.

• O número de vagas por turma é de 30 professores. Caso o número de pré-inscritos

seja maior que o limite, haverá escolha por sorteio. Caso contrário, todos os pré-

inscritos farão o curso.

• As escolas prioritárias terão uma vaga garantida no curso. Portanto, os diretores

devem providenciar essa indicação e assinalar a informação na lista. Caso outros

professores de Língua Portuguesa dessas escolas também demonstrarem interesse,

poderão encaminhar a ficha.

Diretoria de Ensino da Região de Mogi das Cruzes – Núcleo Pedagógico de Língua Portuguesa

Curso: Literatura e Releituras X Leitores e Leituras

Ficha de Pré inscrição

NOME________________________________________________________________________

RG_________________________ _____TELEFONE____________________________________

E.E._______________________________________________TELEFONE___________________

Leciona nas turmas:

⃝ 6o. Ano ⃝ 7o. Ano ⃝ 8o. Ano ⃝ 9o. Ano

⃝ 1o. Ano EM ⃝ 2o. Ano EM ⃝ 3o. Ano EM

⃝ Escola Prioritária

Horário conveniente:

⃝ Segundas-feiras – das 19h às 22h ⃝ Sextas-feiras – das 13h30 às 16h30

Declaro estar ciente de que o curso será realizado fora do horário de trabalho e que os

critérios de certificação são: 80% de frequência e produção de um texto dissertativo com tema

a ser definido.

Data ____/____/_____ Assinatura do professor